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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Um novo reitor ou mais do mesmo?


Por Lillian Costa


Ao entrar na UFS, percebe-se o clima de campanha eleitoral. A eleição, que será direta e paritária, acontecerá nos dias 14, 16 e 17 de junho, conforme definiu a comunidade acadêmica na Assembléia Geral Universitária (AGU) ocorrida em 21 deste mês.

A UFS é uma das primeiras universidades federais a adotar uma consulta “direta e paritária” – o que significa que os votos dos alunos, professores e técnicos administrativos terão o mesmo peso.

A eleição ocorrerá por etapas. Primeiro, no dia 14, as urnas estarão nos centros de educação à distância. E durante os dias 16 e 17, nos campi de São Cristóvão, Saúde (Aracaju), Itabaiana e Laranjeiras.

Poderão participar do processo, os estudantes regularmente matriculados no ensino médio (Colégio de Aplicação), nos cursos de graduação presenciais e de ensino à distância, além dos cursos de pós-graduação lato sensu e stricto sensu.

Duas chapas concorrem à eleição. “Crescendo com a UFS”, pelo atual reitor, Josué Modesto dos Passos Subrinho, e a chapa “Humanização, Transparência e Descentralização”, com o professor Jonatas Meneses, diretor do CECH (Centro de Educação e Ciências Humanas).

Até 13 de junho será permitido o uso de faixas, panfletos e outros tipos de propaganda. Comícios e manifestações públicas de caráter político-partidário, nas dependências da universidade, foram proibidas.

Mais informações: clique aqui

terça-feira, 3 de junho de 2008

UFS: 40 anos de crescimento intelectual e cultural de Sergipe


Por Yasmin Barreto (texto) / Fonte da imagem: www.ufs.br/deape/UFS.jpg

O ensino superior em Sergipe iniciou-se em 1948, com a criação das faculdades de Química e Ciências Econômicas. Em 1950, elas entraram em atividade e, um ano depois, são criadas as faculdades de Direito e Filosofia, seguidas da faculdade de Serviço Social, em 1954. Com a criação da faculdade de Medicina, em 1961, os movimentos pela criação da Universidade Federal de Sergipe aumentaram por pressão da sociedade.

Em 15 de Março de 1968, foi criada a UFS composta por dez cursos superiores. Assim foi suprida a necessidade de ter uma universidade federal no estado, possibilitando desenvolvimento cultural e intelectual ao estado de Sergipe. Antes fragmentada em diversas áreas de Aracaju, é construída uma nova sede e inaugurada em 1980, na cidade de São Cristóvão.

Com o passar das décadas, foram implantadas pós-graduações, pesquisas foram iniciadas, cursos novos foram ampliados e houve remodelação nos horários, tudo para facilitar a vida do estudante. E aí começa a fase de expansão da instituição.
A partir de 2004 essa expansão ganha grandes incentivos. O númeor de mestrados salta de oito para dezessete e o de doutorados de um para cinco. A UFS é instalada em Itabaiana e depois em Laranjeiras e, para completar, foram criados 19 novos cursos de uma só vez. Com o crescimento dos cursos, outras medidas fora tomadas para que houvesse uma estrutura sólida e que não prejudicasse a universidade.

Para que a expansão se concretize com qualidade, há aumento na contratação de professores e crescimento de sua infra-estrutura. Esta, por meio de obras em mais de 39 mil metros quadrados, ocorrem com construção de uma nova didática e do núcleo de petróleo e gás, todos com recursos do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - o Reuni.

Os 40 anos da UFS não serão comemorados apenas com eventos culturais, lançamentos de livros e homenagens, mas com a expansão universitária para que estudantes, professores e sociedade possam usufruir de cultura, história e conhecimento e dar base ao crescimento intelectual do estado de Sergipe.

domingo, 1 de junho de 2008

UFS faz homenagens a técnicos, docentes e autoridades

Por Juliana Raulino

A Universidade Federal de Sergipe homenageou, dentro da programação de seus 40 anos, algumas autoridades reconhecidas pela sua atuação na sociedade e alguns de seus professores e técnicos administrativos. A homenagem aconteceu durante a reunião dos Conselhos Superiores no dia 16 de maio, às 18 h, no auditório da Reitoria.

Entre as autoridades homenageadas estava o ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal. Ele recebeu o título de doutor honoris causa, dado a personalidades que se destacam pela sabedoria, e atuação a favor da Filosofia, das Ciências, da Técnica, das Artes e das Letras e em defesa dos direitos humanos.

No mesmo ato foram homenageados o professor Paulo Almeida Machado e a prefeita de Itabaiana , Maria Mendonça. Aos dois foram concedidas placas com referência aos 40 anos da UFS. Ao jornalista Cleomar Ribeiro Brandi será concedida a Medalha do Mérito Cultural.

A homenagem também atinge os docentes que se aposentaram e alcançaram posição relevante na pesquisa ou no ensino. Dentre eles foram homenageados Ana Rosimeire Soares, Edvaldo Santos Rocha Teles, Lilia Cunha Góis, Luiz Santana, Manoel Cardoso Barreto, Marco Antônio de Melo, Maria Anaide Freitas Araújo, Maria Augusta Silva Cruz, Odilon Cabral Machado, Paulo Nascimento Fontes, Roberto Rodrigues Santos e Walburga Arns da Silva.

Segundo a técnica administrativa Maria Elisa dos Santos, que também foi homenageada na noite de sexta-feira, “esta homenagem é muito importante para motivar tanto os técnicos homenageados como os demais”. Ela também se diz bastante realizada pelo reconhecimento de seu trabalho.

Os demais técnicos administrativos homenageados são: José de Sá Cardoso, Julieta Fernandes dos Santos, Lucymar de Souza Leite Santos, Sílvia Souza Guimarães Santana e Marivalda Ribeiro de Andrade.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

II Invasão Visual na UFS conquista um público maior que edição anterior


Evento contou com a presença do triplo de colaboradores neste ano, afirma coordenador geral.

Por Lorene Vieira (texto e imagem)

Aconteceu, nos dias 7, 8 e 9 deste mês, o II Invasão Visual na Universidade Federal de Sergipe. Realizado pelo Cenarte (Centro Acadêmico de Artes), pelo Grupo Alternativo e pelos cursos de Artes e Comunicação Social da UFS, o evento proporcionou um contato maior dos estudantes com o mundo artístico, conceitos, idéias, expressões, e com movimentos e manifestações culturais.

Entre a programação das atividades, estava a realização de palestras, mini-cursos, apresentações artísticas, grupos de discussões, mostra de curtas, intervenções, entre outras. Para Marcelo Paz, 7º período de Artes e coordenador geral do Invasão, um dos objetivos deste acontecimento foi “ humanizar a UFS, conscientizar e melhorar o curso de Artes Visuais em todos os aspectos”.

Segundo Marcelo, eventos como esse ajudam positivamente os estudantes, o curso, os futuros profissionais e toda a universidade. “Divulgar o curso de Artes é ganho para a UFS e para os estudantes. Outras vertentes das artes, como os cursos de Dança, Teatro e Música também são beneficiados. O evento realizou ainda diversas atividades em como um mini-curso sobre reportagem televisiva, na área de Comunicação”, explica o coordenador.

A segunda edição do Invasão contou com um número bem maior de participantes, tanto na organização, como na participação. Estudantes de vários cursos, e até mesmo quem não era estudante da UFS marcou presença. Segundo o coordenador, neste ano, o número de participantes foi três vezes maior em relação à primeira edição, ocorrida em julho de 2006. “Cursos como Dança, Teatro, Música, Comunicação Social, Arqueologia, Museologia e Arquitetura contribuíram para a realização do Invasão”, afirma. “Cerca de 30 pessoas encarregaram-se de organizar o evento, número superior à primeira edição”, completa o coordenador.

O I Invasão Visual ocorreu em julho de 2006. Um menor número de pessoas participaram neste ano, mesmo com a divulgação na imprensa. Em 2008, a segunda edição não obteve este recurso de informação, mas o triplo de colaboradores confirmou a crescente idéia do projeto e o maior interesse dos estudantes no evento.

Curso de Música faz apresentação em homenagem aos 40 anos de UFS


Por Pedro Alves (texto e imagem)

No dia 14 de maio, os estudantes do curso de Música da Universidade Federal de Sergipe (UFS) fizeram apresentação musical no auditório da Reitoria em comemoração aos 40 anos de UFS.

O chorinho de Pixinguinha, os solos de guitarra e até uma orquestra de palmas foram responsáveis pela divulgação do curso que tem apenas um ano de implantado na Universidade.

”Para nós é de grande importância participar desses eventos. O curso é novo na Universidade e nós passamos por vários problemas estruturais como falta de instrumentos para os estudantes. As aulas teóricas acontecem no Campus de São Cristóvão, já as aulas práticas acontecem no Cultart (Centro de Cultura e Arte). É uma grande correria. Participando destes eventos, nós estamos mostrando a nossa cara, os nossos frutos, isso serve como estímulo e incentivo para os estudantes", disse a coordenadora do curso de Música, Vera Lúcia Correa Feitosa.

Para o estudante e baterista Rodrigo Antônio Lima, 24 anos, 3ª período do curso de Música, apresentações musicais promovem um maior diálogo entre os veteranos e calouros do curso, além de originar projetos paralelos. ”É muito importante fazer essas apresentações. Além de estarmos divulgando o nosso som, colocando em prática nosso estudo para toda Universidade, nós também aumentamos a interação entre os calouros e os veteranos. Vários projetos surgem a partir dessas apresentações”, afirmou.

Mesmo com o número pequeno de pessoas, os músicos mostraram profissionalismo musical e muita empolgação fazendo aquilo que mais gostam: Música.

sábado, 24 de maio de 2008

Após intervenção judicial, UFS confirma concurso para 8 de junho


Com a reabertura das inscrições para deficientes e isenção de candidatos de baixa renda, UFS confirma novo calendário de concurso para quadro técnico-administrativo.

Por Erick Souza (texto e imagem)

No dia 20 de fevereiro, a Universidade Federal de Sergipe (UFS) tornou público edital de concurso destinado à aprovação de 92 candidatos para complementação do seu quadro técnico-administrativo. Segundo o calendário, as inscrições seriam encerradas no dia 18 de março, e as provas realizadas em 20 de abril. Mas não foi o que aconteceu. O resultado de ação civil pública foi a obrigatoriedade de reabertura das inscrições para o cumprimento das cotas de vagas para portadores de deficiência e para a isenção de taxa de inscrição para pessoas de baixa renda.

Após análise do Ministério Público Federal, foi determinado pelo juiz Edimilson da Silva Pimenta que a UFS retificasse os itens 3.2 e 3.3 do edital, estabelecendo vagas para os candidatos portadores de deficiência aprovados nos cargos, independentemente do número de vagas oferecidas, que deverão ser destinadas - para cada cargo oferecido e em cada localidade - da 2ª vaga em diante, para a alternância entre candidatos da lista geral e da lista especial com o limite de 5%.

Ainda foram beneficiados os candidatos com renda familiar anual de até R$ 16.473,72, que foram isentos da taxa de inscrição (de R$35 ou R$50). Desta forma, o novo período de inscrições foi encerrado no último dia 05 de maio, e as provas, confirmadas para 08 de junho.

Mesmo com o aumento do número de concorrentes, os estudantes Rodolfo Menezes e Daniel Aragão, inscritos antes do entrave judicial, mantêm-se otimistas quanto ao seu desempenho nas provas. “A justiça fez o certo ao garantir o que era direito das pessoas. Espero fazer um bom teste e ser aprovado.”, disse Daniel. Já Rodolfo preferiu não se preocupar com o aumento da concorrência: “Pra quem está estudando a sério, a concorrência preocupa menos.”, disse ele.

Os estudantes disputarão duas das 34 vagas oferecidas para o cargo de ensino médio. A remuneração inicial é de R$ 1.193,22 mensais. Já para os cargos que exigem nível superior, a remuneração é de R$ 1.424,03/mês, ambos por 40 horas semanais.

Os locais individuais de provas, que serão realizadas no dia 8 de junho, serão informados pelo site da UFS, de 26 a 30 de maio, juntamente com a liberação dos cartões de identificação.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Calourada Unificada vira festa para todos os gostos


Por Rodolfo Menezes (texto e imagem)

Na noite do dia 15 de maio, a concha acústica do campus da Universidade Federal de Sergipe (UFS), em São Cristóvão, foi palco da Calourada Unificada promovida pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE). A festa teve inicio às 19h e foi animada por bandas de diversos gêneros musicais como reggae, forró e pagode.

A calourada, que já é tradição na universidade, tem como objetivo recepcionar os novos estudantes na instituição. Neste ano o diferencial ficou por conta da grande estrutura e da diversidade nas atrações. Animaram a festa as bandas Só lamento, Zé Tramela, Reação e Matuska.

A estudante de engenharia florestal Emanuelle Silva Mello, que cursa o sétimo período, afirma ter participado de muitas calouradas desde seu ingresso na universidade. Para ela, o encontro é proveitoso para conhecer pessoas de outros cursos e integrar os novos alunos ao ambiente. “Nunca houve na UFS um evento desse porte, podendo até ser comparada com as “festas pagas”, muito organizado e com atrações diferentes. Geralmente nas calouradas têm uma banda alternativa ou um trio pé de serra e nessa tem de tudo um pouco. Deve ser por isso que tem tanta gente”, afirmou a estudante.

Algumas barracas para venda de aperitivos no evento garantiram uma ajuda de custo para turmas formandas. A procura foi tanta que se fez necessária a compra posterior de mais bebidas para assegurar o abastecimento da festa.

O clima no evento foi de total descontração e harmonia, toda a estrutura foi organizada para garantir a diversão dos participantes. Thiago Dhatt, secretário geral do DCE-UFS, afirmou estar muito satisfeito com a calourada. “Este ano, preocupados com questões estruturais do local e com a integridade dos estudantes, bem como do patrimônio público, difundimos com cautela o evento, chegamos ao ponto de dispensar o show de Nando Reis, inicialmente cogitado e garantido à calourada, tentando assegurar a presença predominante dos estudantes da UFS e em uma demanda adequada a qual pudéssemos suprir às necessidades inerentes ao evento para este público”, declarou Dhatt.

Para vários estudantes o único problema das festas na UFS é o horário de circulação do transporte público, pois muitos dependem dele para se locomover até o local. As festas geralmente começam em torno das 20h e acabam depois da meia-noite, justamente o horário em que os ônibus já encerraram suas atividades.

A caloura de Arquitetura e Urbanismo, Tamires Bezerra, que estuda no campus de Laranjeiras, se articulou com as amigas para aproveitarem a comemoração e saiu mais cedo da aula para conhecer a festa tão divulgada no campus. “Saí de Laranjeiras correndo para conhecer essa festa porque esse é o meu primeiro ano como universitária e quero aproveitar cada novidade nessa etapa. Tô me surpreendendo com a organização, estão todos de parabéns, pena que dependo do ‘busão’”, disse.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Expansão do Resun volta a funcionar


Por Michel Oliveira (texto e imagem)

A área expandida do Restaurante Universitário (Resun) da Universidade Federal de Sergipe voltou a funcionar esta semana, depois de ficar dois meses inativa. O espaço não funcionava desde o fim de fevereiro, devido a problemas no encanamento subterrâneo. Os canos de metal foram corroídos pela ferrugem, o que danificou gravemente a tubulação. Esta era a mesma desde a inauguração do refeitório há 27 anos. A situação foi descoberta através de um vazamento no local.

De acordo com Gilson Rosa, diretor do Resun, ao analisar o caso, foi constatado que todo o sistema estava comprometido. Não era possível fazer o reparo apenas no ponto do vazamento. O piso foi quebrado, os canos metálicos trocados por canos de PVC.

A Prefeitura do Campus (Prefcamp), responsável pelas obras na universidade, foi solicitada para reparar os buracos. Mas a obra não pôde ser feita, pois a Prefcamp não trabalha com o material com o que o piso do refeitório é feito. Segundo Rosa, por ser uma obra pequena, não era viável fazer uma licitação para realizar o reparo. Um acordo feito com a empresa que trabalha na construção da Didática V garantirá os consertos, que serão feitos quando as obras da Didática forem concluídas. Por enquanto os desníveis no piso foram nivelados com cimento, e o esgoto coberto com uma tampa provisória está protegido por uma mesa.

A ampliação aumentou o número de lugares de 280 para aproximadamente 400. Esse avanço é parte do Plano de Expansão da UFS, e tornou-se necessário para atender o crescimento da demanda que os novos cursos proporcionaram.

Além do acréscimo no ambiente interno, foram tomadas outras medidas, como a construção de um palco na área externa, de um guarda-volumes no térreo, e ainda a troca de quatro das seis câmaras frigoríficas. “Com a ampliação houve a possibilidade de construir um palco, que abre espaço para atrações artístico-culturais. O guarda-volumes no térreo atende aos portadores de necessidades especiais (antes o guarda-volumes era no primeiro piso)” esclarece Gilson.

Para alguns alunos essas medidas não solucionam os maiores problemas do restaurante. “Não houve melhoras significativas. Com a chegada de novos alunos as filas cresceram, não só a que dá acesso ao refeitório, mas também a do caixa e do guarda-volumes. A qualidade da comida diminuiu, principalmente da carne moída. Outro fator a ser aperfeiçoado é o atendimento” analisa Joel Costa, estudante de Letras Português-Inglês, que faz diariamente as refeições no Resun.

Rosângela de Souza, graduada em Artes Visuais, observa que as melhorias foram estruturais, não houve uma mudança efetiva. Segundo a estudante, o conforto dos alunos foi desconsiderado, e há necessidade de melhorar a comida. “Existem formas de se fazer uma comida melhor gastando pouco” conclui.

O diretor explica que infelizmente a universidade não dispõe de recursos suficientes para contratar novos funcionários, mas medidas estão sendo tomadas para solucionar as falhas. Ele avisa que qualquer reclamação, dúvida ou sugestão pode ser levada à sala da diretoria, no piso superior do Resun.

Eleição para o DACS acontece no dia 28


Por Thiago Vieira (texto e imagem)

No dia 28 de maio, os estudantes de Comunicação Social da Universidade Federal de Sergipe passarão pelo processo eleitoral. O objetivo é a eleição da chapa que organizará o Diretório Acadêmico de Comunicação Social (DACS) durante o restante do ano de 2008 até o começo de 2009. O processo ocorrerá na própria universidade nas manhã e tarde da quarta-feira, com urnas localizadas nas didáticas e a no Centro de Audiovisual (Ceav/UFS).

Os Editais de convocação eleitoral para os estudantes foram fixados no dia 16 de maio (sexta-feira) por toda a universidade em cartazes com o intuito de mobilizar o máximo de universitários do curso e aqueles que têm intenção em formar uma chapa para disputar o diretório. Os interessados em concorrer têm até o dia 26 de maio (segunda-feira) para apresentar os seguintes documentos: Declaração de intenção de formação de chapa composta pelos respectivos nomes (O número mínimo de participantes são seis.), período de cada membro, discriminação de cada cargo atribuído, número de matrícula e R.G., seguida de xerox do R.G. e da carteira de estudante de cada componente.

O Diretório Acadêmico de Comunicação Social foi registrado em cartório em 2003. Sua função é ser a ponte entre os alunos e a universidade, representando-os frente ao departamento e a reitoria na busca de melhorias para os cursos de comunicação social. Desde agosto de 2007, quando a última gestão esfacelou-se por brigas internas, não há representantes oficiais para os discentes das habilitações de Jornalismo e Radialismo.

Questionada sobre qual a importância de um DACS ativo, hoje, dentro da Universidade Federal de Sergipe, Priscila Vianna que já está próxima de se formar, afirmou: “Somente com a organização coletiva é que os estudantes poderão reivindicar seus direitos e garantir suas conquistas. Direitos como um curso de qualidade, professores capacitados, didática e intelectualmente, boa estrutura de funcionamento da parte técnica do curso, como os laboratórios de edição e de TV, etc... tudo isso são direitos dos estudantes de comunicação.”

A única chapa inscrita até então com o nome “no fim da gente ganha” é composta, em sua maioria, por alunos de comunicação social do 1º e 3º período com o intuito de fazer com que o DACS ressurja de maneira real, não só representando como também mobilizando e organizando os estudantes. Entre suas propostas está a de lutar por melhorias do tripé da universidade (Ensino, Pesquisa e Extensão), produzir projetos de mídias alternativas e trazer debates diversos para compor uma análise mais crítica sobre a formação dos comunicadores e a democratização da comunicação.