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sexta-feira, 30 de maio de 2008

II Invasão Visual na UFS conquista um público maior que edição anterior


Evento contou com a presença do triplo de colaboradores neste ano, afirma coordenador geral.

Por Lorene Vieira (texto e imagem)

Aconteceu, nos dias 7, 8 e 9 deste mês, o II Invasão Visual na Universidade Federal de Sergipe. Realizado pelo Cenarte (Centro Acadêmico de Artes), pelo Grupo Alternativo e pelos cursos de Artes e Comunicação Social da UFS, o evento proporcionou um contato maior dos estudantes com o mundo artístico, conceitos, idéias, expressões, e com movimentos e manifestações culturais.

Entre a programação das atividades, estava a realização de palestras, mini-cursos, apresentações artísticas, grupos de discussões, mostra de curtas, intervenções, entre outras. Para Marcelo Paz, 7º período de Artes e coordenador geral do Invasão, um dos objetivos deste acontecimento foi “ humanizar a UFS, conscientizar e melhorar o curso de Artes Visuais em todos os aspectos”.

Segundo Marcelo, eventos como esse ajudam positivamente os estudantes, o curso, os futuros profissionais e toda a universidade. “Divulgar o curso de Artes é ganho para a UFS e para os estudantes. Outras vertentes das artes, como os cursos de Dança, Teatro e Música também são beneficiados. O evento realizou ainda diversas atividades em como um mini-curso sobre reportagem televisiva, na área de Comunicação”, explica o coordenador.

A segunda edição do Invasão contou com um número bem maior de participantes, tanto na organização, como na participação. Estudantes de vários cursos, e até mesmo quem não era estudante da UFS marcou presença. Segundo o coordenador, neste ano, o número de participantes foi três vezes maior em relação à primeira edição, ocorrida em julho de 2006. “Cursos como Dança, Teatro, Música, Comunicação Social, Arqueologia, Museologia e Arquitetura contribuíram para a realização do Invasão”, afirma. “Cerca de 30 pessoas encarregaram-se de organizar o evento, número superior à primeira edição”, completa o coordenador.

O I Invasão Visual ocorreu em julho de 2006. Um menor número de pessoas participaram neste ano, mesmo com a divulgação na imprensa. Em 2008, a segunda edição não obteve este recurso de informação, mas o triplo de colaboradores confirmou a crescente idéia do projeto e o maior interesse dos estudantes no evento.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Eleição para o DACS acontece no dia 28


Por Thiago Vieira (texto e imagem)

No dia 28 de maio, os estudantes de Comunicação Social da Universidade Federal de Sergipe passarão pelo processo eleitoral. O objetivo é a eleição da chapa que organizará o Diretório Acadêmico de Comunicação Social (DACS) durante o restante do ano de 2008 até o começo de 2009. O processo ocorrerá na própria universidade nas manhã e tarde da quarta-feira, com urnas localizadas nas didáticas e a no Centro de Audiovisual (Ceav/UFS).

Os Editais de convocação eleitoral para os estudantes foram fixados no dia 16 de maio (sexta-feira) por toda a universidade em cartazes com o intuito de mobilizar o máximo de universitários do curso e aqueles que têm intenção em formar uma chapa para disputar o diretório. Os interessados em concorrer têm até o dia 26 de maio (segunda-feira) para apresentar os seguintes documentos: Declaração de intenção de formação de chapa composta pelos respectivos nomes (O número mínimo de participantes são seis.), período de cada membro, discriminação de cada cargo atribuído, número de matrícula e R.G., seguida de xerox do R.G. e da carteira de estudante de cada componente.

O Diretório Acadêmico de Comunicação Social foi registrado em cartório em 2003. Sua função é ser a ponte entre os alunos e a universidade, representando-os frente ao departamento e a reitoria na busca de melhorias para os cursos de comunicação social. Desde agosto de 2007, quando a última gestão esfacelou-se por brigas internas, não há representantes oficiais para os discentes das habilitações de Jornalismo e Radialismo.

Questionada sobre qual a importância de um DACS ativo, hoje, dentro da Universidade Federal de Sergipe, Priscila Vianna que já está próxima de se formar, afirmou: “Somente com a organização coletiva é que os estudantes poderão reivindicar seus direitos e garantir suas conquistas. Direitos como um curso de qualidade, professores capacitados, didática e intelectualmente, boa estrutura de funcionamento da parte técnica do curso, como os laboratórios de edição e de TV, etc... tudo isso são direitos dos estudantes de comunicação.”

A única chapa inscrita até então com o nome “no fim da gente ganha” é composta, em sua maioria, por alunos de comunicação social do 1º e 3º período com o intuito de fazer com que o DACS ressurja de maneira real, não só representando como também mobilizando e organizando os estudantes. Entre suas propostas está a de lutar por melhorias do tripé da universidade (Ensino, Pesquisa e Extensão), produzir projetos de mídias alternativas e trazer debates diversos para compor uma análise mais crítica sobre a formação dos comunicadores e a democratização da comunicação.